Nada, só gente grosseira. Gente metida à besta; gente fútil; estúpida; ignorante dos bons modos. Gente torrando o dia todo; mas terminamos com champanhe!
Nada, só gente grosseira. Gente metida à besta; gente fútil; estúpida; ignorante dos bons modos. Gente torrando o dia todo; mas terminamos com champanhe!
Como eu gosto de futebol...
Divirto-me com Copa do Mundo a cada quatro anos e achava que estava de bom tamanho. Agora deu para inventar copa disso e daquilo e eu não consigo acompanhar nada. É verdade sim, sequer sabia que rolava uma Copa das Confederações, mas adorei ver a final. Ou melhor, o final da final.

Ninguém festeja uma vitória como os brasileiros; ninguém esculhamba com a "pose" dos gringos com mais fanfarra! Adorei o samba. Adorei a bagunça. É de folia que o povo precisa!
É isso, estou de férias. Mais ou menos porque são férias apenas da faculdade; continuo trabalhando. A vida vai tri-bem! Muita música! Apresentação do Requiem em Jaú no domingo. Um descansinho no banco por parte de chefe e clientes. Estou aprendendo a lidar com o dia-a-dia, mas ainda odeio telefone. Não me liguem. Escrevam-me.
Preciso parar de falar de banco. Isso reporta que estou ficando viciada, ou que eu não faço mais nada na vida que me dê motivos para histórias. Por isso, comento aqui que esse final de semana está pra lá de musical. Ensaio na quinta, apresentação na sexta. Apresentação de uma orquestra gringa no sábado, ensaio no sábado, ensaio no domingo. Tudo em Mi bemol. Porque eu gosto de Mi bemol.
Como os pederneirenses se preocupam com assuntos bancários...
Eu – Banco do Brasil, Clarissa.
Ele – Viu, ligaram para mim, mas como foi minha mãe que atendeu, ela não anotou o nome do banco.
Eu – E disseram o assunto?
Ele – Então, não. Estou ligando em todos os bancos para saber quem gostaria de falar comigo. Você sabe de alguma coisa?
Eu – Bom, não estou sabendo de nada. Poderia me informar o número de sua conta-corrente?
Ele – Conta? Hum, não sou cliente daí.
Eu – Então não fomos nós que ligamos.
ELe – É mesmo? Que estranho.
Eu – Pois é.
Ele – Então tá bom. Deixa pra lá. Obrigado.

Amigos, saí do hospital. Fiquei de repouso. Estou de volta. Morri de ódio por perder o melhor das coisas, como confraternização do Madrigal Anima e sua apresentação do Réquiem; um dia dos namorados romântico; a comemoração do segundo mês ao lado do Anjo. Fora ficar uma semana longe do serviço e não ter idéia de como está a baderna por lá. A vida está de pernas para o ar e, sinceramente, não sei por onde recomeçar.
Recomeço pelo blog. Eu, as palavras e essa exposição da vida ao público. Uma viagem alucinante, entediante e tremendamente medíocre pelas veredas de meus pensamentos.
Bem-vindo!
" Hum, você de novo? " , "É, ué. Algum problema?"
Taí, voltei a postar. Quanto tempo levará até que eu enjoe da brincadeira? Não sei. Esperemos para ver.


Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Música, Livros
MSN
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Falo de mim sem delongas: sou a de Veríssimo,
admiradora das simples coisas da vida. Vôo com os pássaros, e gosto
de pé descalço; cheiro de mar, de terra molhada após a chuva de
verão.
Meus olhos úmidos pelas lembranças da infância bem vivida,
remetem-me às brincadeiras na cidadezinha do interior. Tinha
esconde-esconde, pula-corda e tardes penduradas na
árvore-grande-mãe-dos-pequenos. Tinha café preto no bule e bolacha
Maria.
Maria dos asilos e hospitais. Pianista de coral, cantora Madrigal. A
garotinha da segunda mesa do atendimento bancário. Amante de coisas
pouco usuais.
Sou da língua; da cultura; do país. Versão nova pela afeição aos
livros e teatros. Ópera, opereta e orquestra de câmara.
Gosto do sol. Clara como sua luz. Clarissa.